Novos Artigos
Loading...

A Primeira Mulher-Bomba Nascida na Europa

VÍDEO DO DIA
"PARÓDIA REDUBLAGEM DO DEADPOOL - EXCELENTE"



A mulher-bomba francesa que se explodiu em um apartamento em Saint Denis, ao norte de Paris na quarta-feira (18/11/2015), durante um cerco policial, era muçulmana, mas tinha uma vida festeira, afastada dos costumes da religião ela bebia álcool e raramente frequentava mesquitas.
Filha de um imigrante marroquino, Hasna Ait Boulahcen, tinha 26 anos e nasceu em 1989 em Clichy la Garenne, também ao norte de Paris. Ela também é a primeira mulher-bomba que se tem noticia que é nascida na Europa. Ela já estava sob vigilância policial desde que seu nome apareceu em uma investigação sobre tráfico de drogas, segundo afirmam fontes da polícia francesa.
Ainda não está clara qual seria a ligação dela com o terrorista belga Abdelhamid Abaaoud, mentor dos ataques que mataram 132 pessoas na capital francesa na semana passada e que foi morto no apartamento em que Hasna detonou os explosivos, já confirmado pela policia francesa em teste de DNA. Ela costumava dizer que era "prima" de Abaaoud, mas o termo é muito usado entre os jovens franceses e descendentes de países do Norte da África para se referir a amigos próximos com quem não compartilham parentesco.
A mulher detonou os explosivos que tinha em seu corpo durante ação policial que durou cerca de sete horas em Saint Denis, e sua intenção era atingir todos os policiais próximos a ela, e apenas resultou na morte de Hasna e Abaaoud e na prisão de outras oito pessoas. Os detidos não tiveram suas identidades divulgadas pelas autoridades.
Bem antes do amanhecer, a polícia francesa invadiu o apartamento em Saint-Denis procurando pelo mentor dos atentados em Paris. "Onde está seu namorado, onde está?", grita um policial de elite. Uma voz rouca e estridente responde: "Ele não é meu namorado!". Seguem detonações e, pouco depois, uma explosão.
Há seis meses, houve uma súbita transformação da jovem de 26 anos que surpreendeu os moradores de Aulnay-Sous-Bois, um bairro popular de Paris. Hasna Ait Boulahcen "havia começado a usar o hijab (a túnica que cobre todo o corpo, exceto o rosto) para, um mês depois, adotar o niqab. Ela fabricou sua própria bolha, mas não procurava estudar a religião, eu nunca a vi abrir um Alcorão", disse um homem que se apresentou como seu irmão e pediu anonimato.
Até então, seus familiares conheciam uma jovem comum, de calça jeans e óculos escuro. "Às vezes excêntrica", conta Sofiane. Seu apelido? "Cowgirl, porque ela usava o chapéu de caubói com frequência. Brincalhona, mas também instável, ela podia aparecer na sua frente e fazer um rap".
Mesmo espanto tiveram as pessoas de Creutzwald, cidade no leste da França, para onde a jovem ia com frequência visitar seu pai, de 74 anos. O pai, um muçulmano praticante que deixou a família para trabalhar para a Peugeot, está atualmente no Marrocos. Lá, ela é lembrada como uma menina festeira, com seu chapéu e botas de caubói, que de vez em quando fumava e bebia nas festas, conta um velho amigo, Jerome.
Hasna Ait Boulahcen teve uma infância difícil, marcada por maus-tratos, sendo colocada em um lar adotivo entre 8 e 15 anos. "No início, tudo corria bem. Era uma garota como qualquer outra", mas sem qualquer gesto de ternura, disse sua mãe adotiva. Então as coisas se deterioram: "Para mim, o problema vinha de sua casa", das visitas uma vez por mês a seus pais. Ela se lembra de 11 de setembro de 2001, quando a menina aplaudia os ataques nos Estados Unidos assistindo TV.
Ela abandonou a família de repente, aos 15 anos, e seu último contato foi em 2008. "Quando ela saiu, eu disse a mim mesmo: 'está perdida' ", disse a mãe adotiva, que chorou ao ver sua imagem na televisão. "Ao crescer, ela perdeu as referências, multiplicou as fugas, as más companhias", resume o irmão.
Depois de sua súbita radicalização, uma "lavagem cerebral" segundo sua mãe, de 58 anos, a jovem "passava seu tempo criticando tudo, ela não aceitava nenhum conselho e mantinha relações questionáveis. Ela estava sempre com seu smartphone no Facebook e WhatsApp. E três semanas atrás, ela partiu para morar com uma amiga em Drancy", lembra o irmão.

ATUALIZAÇÃO as 16:00hrs. de 21/11/2015: Essas informações foram coletadas em vários sites internacionais de noticias, nas últimas horas.
Segundo a grande maioria, Hasna Ait Boulahcen pode não ter sido a pessoa que detonou a bomba no cerco policial em Paris, mas além de não fornecerem fontes confiáveis e nem a policia francesa se manifestar sobre o autor da explosão, o certo que se sabe é que Hasna não tinha participação ativa nos atentados a Paris no 13 de novembro.
Ela estava no lugar errado,  com a pessoa errada na hora errada. Quer dizer, ela era uma peça apenas a ser descartada, tanto isso é verdade que a policia só chegou ao esconderijo, através do monitoramento que já era feito com ela. E a policia do Marrocos informou a policia francesa que o mentor, Abdelhamid Abaaoud, estaria na França. Informação essa, que os marroquinos conseguiram interrogando o irmão de Abaaoud, um dia depois dos atentados em Paris.
Ele está preso em Rabat, Marrocos, desde o dia 10/10/2015, e com essas informações a policia francesa saiu a captura de Abaaoud com a certeza de sua localização, pelo monitoramento do telefone de Hasna.
Bom o resto é pura especulação e nada é confirmado, e havendo novas informações concretas, estarei postando no blog.









Local da explosão.


Peritos entrando no prédio para começar identificação dos corpos.

Local onde foram lançados partes dos corpos.

Um dos suspeitos detidos seminu, durante o cerco.

VÍDEO CURTO DO MOMENTO DA EXPLOSÃO




VISITE NOSSO MELHOR PARCEIRO