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A China Usa Lança-Chamas Contra Terroristas

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A força especial chinesa da região autônoma de Xinjiang, desarticulou um suposto grupo terrorista, matando 28 dos seus integrantes em uma operação que durou 56 dias, anunciaram as autoridades locais, citadas no dia 20/11/2015 pela agência oficial Xinhua.
Na última quarta-feira 18/11/2015, um grupo armado atacou uma mina de carvão no condado de Baicheng, na prefeitura de Aksu, matando 11 civis, 3 policiais e mais 2 integrantes da força, além de ferir 18 pessoas, de acordo com comunicado do Departamento de Propaganda de Xinjiang, informou a Xinhua.
Segundo a agência, no final da ação da operação policial para desarticular o grupo, 28 terroristas foram mortos e 1 rendeu-se. 
Em setembro, as forças especiais bem equipada com armamento pesado, seguiram um grupo de 10 supostos terroristas islâmicos pelas montanhas, que segundo foi dito por um funcionário da agência: "como águias descobrindo suas presas".
O grupo seguido escondeu-se numa caverna, recusando-se a sair, e o lança-chamas só foi utilizado depois que granadas de gás lacrimogêneo e de flash falharam em fazer com que eles abandonassem a caverna.
Depois de usar o lança-chamas, os terroristas saíram da caverna empunhando facões e foram fuzilados ali mesmo pela força especial.
A China considera os separatistas de Xinjiang responsáveis pelos conflitos na região, entre eles a minoria muçulmana "uigur" e a maioria "han", predominante em cargos de poder político e empresarial regional.
Peritos e grupos de defesa dos direitos humanos consideram, no entanto, que a política repressiva de Pequim, em relação à cultura e religião dos "uigures", aumenta a tensão em Xinjiang, e que agora o governo usa o terrorismo como desculpa para uma ação ofensiva maior.
Após os atentados em Paris, a China elevou o nível de alerta terrorista e pediu para que os "separatistas uigures" sejam incluídos na luta mundial contra o terrorismo.
No ano passado, 712 pessoas foram condenadas na China por terrorismo e atividades separatistas, segundo dados oficiais apresentados durante a Assembleia Nacional Popular chinesa, realizada anualmente em março.
A maioria dos casos ocorreu em Xinjiang, mas houve também um atentado na Praça Tiananmen, em Pequim, e outro na Estação Ferroviária de Kunming, no Sudoeste da China.















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