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Modelo Luta Contra Discriminação e Preconceito

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"PARÓDIA REDUBLAGEM DO DEADPOOL - EXCELENTE"




Essa é Winnie Harlow conhecida com ChantelleWinnie, uma top model canadense de origem jamaicana, que não reúne as características médias de uma modelo comum. Ela tem uma doença chamada Vitiligo(clique na palavra para obter maiores informações) que a faz diferente das demais.
Diferente, porque é um padrão que não é comum nas modelos e porque a cada entrada numa passarela ou sessão de fotos ela tem que enfrentar o preconceito e a discriminação.
Na minha opinião a maior luta dela é contra a hipocrisia das pessoas que dizem não se importar com a estética dela, para estarem politicamente corretos, e na realidade ficarem chocados e incomodados por ter que aceitarem sua presença no seu meio.
Esse é um depoimento dela, que retirei do blog Aceitando o Vitiligo. Leia e perceba o sofrimento, a dor e a superação de uma pessoa que sofre com a discriminação. Serve para todo o tipo de discriminação.

"Meu nome é Chantelle Brown-Young, mas a maioria das pessoas me conhecem como ChantelleWinnie. Tenho 18 anos e convivo com uma doença de pele chamada vitiligo.
O meu sistema imunitário " está baralhado"... ele pensa que as células que produzem  a cor da minha pele são uma doença, e matá-as como faz com o vírus de uma qualquer gripe comum... 
O resultado disso são manchas brancas por todo o meu corpo. 
Crescer para mim foi extremamente difícil, no aspecto social. Para um ser humano (especialmente uma jovem criança) uma vida social significa tudo. Na escola fui redicularizada por causa da minha pele, fui chamado de vaca, de zebra, de leitosa... eu ficava agressiva e batia-lhes... mas a pior parte foi aquela em que descobri que os que eu julgava meus amigos não me ajudavam... riam-se e zombavam também de mim. Mesmo assim eu não queria ficar sozinha e continuava a chamá-los de  "meus amigos". Fiz isso até ao final do ensino secundário.
Então a minha vida começa a mudar. ..
Sempre me disseram que eu era inteligente, mas isso eu nunca mostrava no meu trabalho porque eu não estava focada nas coisas importantes, como estudar e me formar. Eu estava mais interessada em  agradar aos meus amigos, para que me aceitassem no grupo deles.
Acontecia que eu estava a ser aceite pelos meus colegas, mas pelas razões erradas... 
Mais tarde mudei de escola... que acabei abandonando.
Pensei em suicídio, porque eu não conseguia lidar com o stress. 
Eu não sabia lidar com isto, a minha pele era a culpada de tudo o que de mal me acontecia.
Mas teria a minha pele, realmente, a culpa? Não!... Quem tinha culpa era a minha atitude de merda para com a minha pele. 
Quando entendi isso eu aprendi a aceitar o vitiligo, eu aprendi a me tratar do jeito que eu merecia ser tratada e passei a não me importar com o que os outros diziam. Aprendi a me amar, porque era importante eu me amar! Quem não gostasse de mim, azar o seu. 
Então foi isso que eu fiz. Eu comecei a gostar de mim. Com esta minha fantástica atitude as oportunidades começaram a cair no meu colo e eu agradeço a Deus por todas elas. 
Deixo um conselho: Tente amar-se a si mesmo.
Tente não ser egoísta ou hipócrita, basta que você saiba que você é especial, não importa o resto!...

Com Amor, 

ChantelleWinnie"

Só quem já passou por isso na infancia, para saber o tamanho dessa luta. A grande maioria nem tenta, se isolam e vai criando e alimentando o ódio pelas pessoas durante uma vida inteira, quando não fazem pior, extravasando sua raiva em forma de violencia em série.
Confira nas imagens as armas que essa menina usa para combater a hipocrisia do ser humano.





Em cima com sua mãe, antes da doença se manifestar e em baixo com a doença em evidencia.







































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