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Massacre na Escola no Rio, Uma Tragédia Esperada e Previsivel

VÍDEO DO DIA
"PARÓDIA REDUBLAGEM DO DEADPOOL - EXCELENTE"




Demorou, mas infelizmente aconteceu no Brasil o que só assistíamos na TV e Internet, massacre em escola. E agora será que vamos esperar o próximo passo, que pode ser aviões atingindo prédios e bombas explodindo em trens e aeroportos, ou as autoridades vão se movimentar e não apenas pensar que isso foi um caso isolado e não vai trazer maiores consequencias?

Mas afinal que importância tem isso, não foram os filhos dessas autoridades que foram mortas e feridas. E o que deveria ser feito era o que se fazia com bandidos na década de 70, com o Esquadrão da Morte executando, até eles se tornarem uma organização criminosa com fins lucrativos, e ocasionalmente a população linchando os bandidos.
A noticia do que aconteceu no Rio foi colhida no O Dia Online e contém cenas fortes, tanto nas fotos como no vídeo.
"Na manhã desta quinta-feira, 7/04/2011l, um jovem de 24 anos(que era ex-aluno da escola) entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.
Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e já foram confirmadas 13 mortes. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.
Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.
Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.
O Jornal O DIA  teve acesso com exclusividade a trechos da carta deixada pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira. A polícia investiga se as referências feitas na carta a "pessoas impuras" seriam referência a mulheres. Doze das vítimas fatais do massacre eram meninas.
Na carta, Wellington diz ser um homem puro e que sabia que não sairia vivo da escola. Ele levou um lençol branco no qual pediu para ser carregado. No texto ele diz que não deixará que pessoas impuras toquem nele. Wellington pede na carta para ser enterrado junto de sua mãe adotiva, falecida há um ano, e que morava há 3 quadras da escola onde ocorreu o massacre.


Muito abalado, o governador Sérgio Cabral lamentou a tragédia e chamou o assassino de "animal" e "psicopata". "Temos que aguardar as investigações da polícia, mas é preciso saber de onde veio todo essa experiência de tiros do matador", disse, salientando que Wellington estava 'muito armado'. Ele tinha duas armas nas mãos, um cinto com armanento e equipamentos profissionais. No momento do massacre, cerca de 400 alunos estavam na escola.
Cabral aproveitou a oportunidade para a agradecer ao terceiro-sargento Alves, que estava a dois quarteirões da escola junto com Batalhão de Polícia Rodoviária, o primeiro a chegar ao local do atentado. Ele foi avisado para ir à escola por dois alunos feridos e uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro.
Ao chegar ao local, o terceiro-sargento atingiu a perna do atirador quando ele estava acessando o terceiro andar do prédio (as vítimas eram de duas salas no primeiro andar). Ao cair no chão, o atirador se matou. Segundo Cabral, o assassino 'estava se preparando para fazer mais disparos". Ele lembrou ainda que há pouco tempo, o psicopata foi ao local pedir seu histórico escolar. Na ocasião, ele foi reconhecido por uma funcionária da sala de leitura.
O ministro da Educação, José Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos "brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros".
Agora é esperar por muita conversa e pouca ação e torcer para que outros não sigam esse exemplo aproveitando-se da fragilidade da (in)Segurança Pública no Brasil.





















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