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Somos Fantásticos Quando Morremos

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"PARÓDIA REDUBLAGEM DO DEADPOOL - EXCELENTE"


Dennis Hopper e a filha Galen, na calçada da fama em março/2010

A verdade é essa mesma, o valor que temos como ser humano ou de um talento que temos, só será reconhecido depois que morrermos. Nesse ponto Pelé já foi radical e explicito, declarando há alguns anos, que se fossem fazer homenagens à  ele, que fizessem enquanto vivo, para que ele pudesse participar desses momentos, pois depois de morto ele seria apenas uma lembrança. Uma das poucas declarações inteligente, de um fantástico artista do esporte. Agora vejam essas noticias e vejam se ele tem razão ou não. Até sabado,  29//05/2010, poucos se lembravam deles e do que fizeram.

Slash e Kate Perry fazem homenagem a Dennis Hooper

Kate Perry e Slash


Não é só no cinema que o ator e diretor Dennis Hopper era idolatrado. Músicos fizeram uma homenagem ao ícone da contracultura americana. Ele morreu no sábado (29/05/2010), aos 74 anos, cercado por parentes, em sua casa em Venice, no subúrbio de Los Angeles.
Slash, ex-guitarrista do Guns N’ Roses, escreveu no Twitter (serviço de microblog), lembrando o ator de "Sem destino" (no título original, "Easy rider") e “Apocalipse Now”:
“Você não dá valor para os grandes até que eles se vão. Descanse em paz, Dennis Hopper”.
A cantora Katy Perry recomendou via Twitter um filme com o ator, um dos mais famosos de sua carreira:
“Vejam ‘Veludo azul’. Meu Dennis Hopper favorito”
O produtor britânico Paul Epworth, que já trabalhou com Bloc Party, concorda com Perry:
“Muito triste postar ‘descanse em paz’ Dennis Hopper. Obrigado pelos personagens que você criou, especialmente ‘Mad Frank’ (de ‘Veludo azul’). Seu gênio fará falta”.
Hopper sofria de câncer na próstata e morreu de complicações decorrentes da doença. Segundo a agência de notícias EFE, o ator recebia tratamentos contra o câncer desde outubro, por meio de um programa especial da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.
Dennis Hopper deixa quatro filhos. O funeral do ator está sendo organizado.
Divórcio conturbado
Lutando contra o câncer há tempos, sua condição de saúde piorou em setembro, mas Hopper continuou a trabalhar até o fim de sua vida, tanto na série norte-americana de TV "Crash" (baseada no filme homônimo, de 2008), quanto na produção de um livro de fotografias (um de seus principais hobbies, ao lado da pintura e da escultura).
Dennis e a ex-esposa Victoria Duffy

Seus últimos meses de vida foram marcados pelo divórcio conturbado de sua quinta esposa, a atriz Victoria Duffy.
De acordo com a revista "US Magazine", o motivo que levou Duffy a pedir o divórcio do ator, em janeiro, foi uma discussão sobre testamento e o valor que ela receberia após a morte de Hopper.
Dentre seus casamentos, que marcam uma vida agitada (com vício em drogas e álcool), está uma união com a cantora Michelle Phillips, do grupo Mamas and the Papas, em 1970. O casamento durou oito dias e segundo ela declarou à época à revista "Vanity Fair", terminou devido ao tratamento "brutal" a que era submetida.
Em declaração polêmica acerca de seu estilo de vida, o ator chegou a revelar que gostava de "cheirar carreiras de cocaína do tamanho do braço para continuar podendo beber galões de álcool".
"Sem destino"
Dennis Hopper dirigiu e atuou em "Sem destino", de 1969, road movie que é considerado sua obra-prima e pilar da contracultura e do movimento hippie na década.
"Nós olhávamos para toda a década dos 60 e ninguém havia feito um filme com alguém fumando maconha sem sair por aí e matar um punhado de enfermeiras", disse Hopper à "Entertainment Weekly", em 2005. "Eu queria que 'Sem destino' fosse uma cápsula do tempo sobre aquele período."
Segundo a crítica, "Sem destino" mudou a história do cinema norte-americano ao abrir caminho nos anos 1970 para uma nova geração de diretores em Hollywood, como Coppola e Martin Scorsese.
Obra no cinema
Hopper teve uma carreira prolífica, que durou mais de 50 anos. Ele surgiu ao lado de James Dean em "Rebelde sem causa" e "Assim caminha a humanidade", nos anos 1950. Também atuou em "Apocalypse now", de Francis Ford Coppola, e "Veludo azul", de David Lynch.
O ator também viveu vilões em filmes de grande orçamento na indústria do cinema, como em "Velocidade máxima" e "Waterworld".
Ele recebeu duas nomeações para o Oscar: uma pelo roteiro de "Sem destino", e outra pela atuação como um técnico de basquete alcoólatra em "Hoosiers", de 1986.
Em março, já com a saúde bastante debilitada, o astro recebeu uma homenagem de Hollywood por sua trajetória no cinema: uma estrela na Calçada da Fama, localizada no coração da cidade que é berço do cinema dos EUA.
Dennis em foto de 2009

Músicos do Black Sabbath e Anthrax vão em enterro de Ronnie James Dio
Ronnie James Dio

Enterro de cantor Ronnie James Dio no domingo (31/05/2010) reuniu cerca de 1,2 mil pessoas, entre fãs e músicos do Black Sabbath, sua ex-banda, Anthrax e Queensryche. O ícone do heavy metal, vocalista das bandas Dio e Heaven & Hell, morreu no dia 16 de maio, aos 67 anos, de câncer no estômago.
A cerimônia foi comandada por Glenn Hughes, que nos anos 1980 também foi cantor do Black Sabbath. O primo de Dio, e integrante da banda Elf, David Fernstein, disse durante o funeral:
“Eles nos tocou a todos com sua música, sua mensagem e sua mágica. Eu sei que Ronnie realmente amava a todos vocês. Ele valorizava muito a lealdade. Eu estou falando sobre todos você aí fora, todos os fãs”.
Durante a cerimônia, várias músicas do Dio foram tocadas.
Segundo o site do semanário “NME”, houve também um protesto contra o suposto ligamento do cantor com o diabo, organizado por uma igreja.

Joey Belladonna, cantor do Anthrax, participou da cerimonia

Fonte : Portal G1


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